Violencia contra las mujeres en la educación

debilidades en los documentos rectores curriculares y transversalidad

Autores/as

Palabras clave:

Plan De Estudios; Política Pública; Violencia Contra Las Mujeres; Ley Núm. 14.164/2.

Resumen

El estudio analiza el abordaje de la violencia contra las mujeres en las directrices curriculares de las escuelas municipales de Palmas/TO. Utilizando un enfoque cualitativo, la investigación realiza una revisión bibliográfica para examinar la producción académica sobre violencia contra las mujeres en la educación, así como un análisis documental centrado en el desarrollo del currículo de Educación Básica en Palma/TO. Los resultados resaltan la importancia de la formación continua de los educadores, destacando la relevancia de la Ley Maria da Penha y de la Semana Escolar de Combate a la Violencia contra la Mujer. A pesar de la existencia de legislación nacional, la investigación destaca lagunas en la implementación de esta política pública en Palmas/TO, señalando la necesidad de intervenciones efectivas, ya que no se identificaron documentos rectores efectivos a nivel estatal, que deban apoyar la propuesta curricular municipal. . A su vez, el documento estatal está alineado con la Base Curricular Común Nacional (BNCC), pero, si bien contiene sugerencias de actividades didácticas, el abordaje superficial de los temas de género revela limitaciones que se reflejan en las actividades realizadas a nivel municipal. Se concluye que la Ley 14.164/21 juega un papel fundamental para hacer obligatorio el tratamiento de la violencia contra la mujer en el currículo, pero es fundamental fortalecer la formación de los educadores y asegurar su implementación efectiva para promover la igualdad de género y prevenir la violencia contra la mujer. Además, es necesario promover políticas educativas que implementen un enfoque de género, para cumplir con la legislación. En particular, es necesario intervenir en la formación docente para la mediación didáctico-pedagógica de este tema, tanto de manera curricular como transversal.

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Publicado

2026-02-04

Cómo citar

Lopes da Silva, L. M., Trindade Rocha, J. D., & Coelho, M. I. (2026). Violencia contra las mujeres en la educación: debilidades en los documentos rectores curriculares y transversalidad. Revista Jurídica Do Ministério Público Do Estado Do Tocantins, 18(1), 286–305. Recuperado a partir de https://cesaf.mpto.mp.br/revista/index.php/revistampto/article/view/137

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